jun 30

Já discutimos em posts anteriores a importância do Marketing Digital para as Pequenas e Médias Empresas (PME) e as diversas oportunidades que ele proporciona devido à excelente relação custo-benefício. As ações no meio digital são muito mais baratas quando comparadas às peças impressas ou eletrônicas (TV e rádio) e permitem uma comunicação muito mais direta e relevante com o consumidor. Neste vídeo, a escritora e palestrante Martha Gabriel, uma das maiores autoridades em Marketing Digital no Brasil, responde a alfumas perguntas sobre o assunto.

O Marketing Digital definitivamente pode agregar diferenciais e introduzir vantagens competitivas para a empresa conquistar novos clientes e mercados, mas é de fundamental importância definir um Planejamento Estratégico a fim de definir quais ações serão mais eficazes para impactar o público desejado e trazer retorno satisfatório em vendas e negócios.

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jun 29

Projeto Google+

Marketing Digital Comentários desativados

Está sendo lançado hoje, 29/06/2011, o Projeto Google+, novo modelo de rede social do Google. Nesta página de apresentação já se pode ter uma idéia do que vem por aí, pois já são exibidas algumas das funcionalidades, tais como mensagens instantâneas com vídeo, agregador de notícias, compartilhamento de imagens e videos e módulo para criar círculos de amigos.  Um aplicativo da rede para Android também já está disponível no AndroidMarket.

Google+Existem ao menos duas fortes motivações para a Google lançar este novo sistema de rede social. A primeira é o fracasso do Orkut frente ao Facebook. Embora a rede criada por Mark Zuckerberg não tenha praticamente nada de inovador em relação ao Orkut, ela proliferou muito rápido, enquanto o Google deixou sua rede social muito tempo estagnada. Num momento da internet onde a “bola da vez” são as redes sociais, o Google estava correndo um sério risco ao ficar de fora desta briga.

A segunda, mas não menos importante, motivação para o lançamento de sua nova rede social é que o Google, nos últimos meses, se viu obrigado a contemplar posts do Twitter e Facebook nas páginas de resultados de seu buscador. Na prática, as pessoas usavam o buscador do Google para procurar conteúdo no Facebook e Twitter e isso vinha aumentando sobremaneira a relevância destas duas ferramentas nas buscas. Mesmo que indesejavelmente o Google vem  promovendo os seus concorrentes mais do que a si próprio.

essa questão, a gigante de Mountain View parece ter desenvolvido uma boa estratégia para o novo Google+, visto que esta rede social já nasceu com o botão +1 funcionando. Para quem ainda não conhecia, é um botão similar ao “Curtir” do Facebook que vão atribuindo menções a sites, blogs e conteúdos específicos.

Em uma visão geral não há ferramentas ou funcionalidades específicas muito inovadoras, mas provavelmente a maior inovação será a convergência de algumas boas ferramentas do Google num só local. Por exemplo, o recurso de mensagens instantâneas certamente vai utilizar a base do GTalk, sincronizando os contatos do GMail, os álbuns de fotos do Picasa, os eventos do GoogleAgenda e a localização no GoogleMaps. Para quem já utiliza os diversos serviços do Google será muito interessante, mas o novo sistema ainda é restrito à pessoas que receberam convites.

O ponto crítico do Projeto Google+ é justamente a estratégia de lançamento e proliferação, potencializando a adesão dos usuários para que não ocorram fracassos semelhantes ao Buzz e Wave.

O aspecto positivo mais importante da nova rede, certamente é a grande expertise que o Google já possui em cada um dos diversos serviços, a maioria em boa fase de maturidade, com funcionalidades bem definidas, intuitivas, acessibilidade e usabilidade excelentes. A convergência destes serviços em uma única plataforma vai proporcionar uma ferramenta muito poderosa e interativa, mas seu sucesso vai depender da curva de aprendizado e adesão que os novos usuários terão de enfrentar.

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jun 17

Marketing em BuscadoresEm pouco mais de 15 anos de existência a internet se tornou uma fonte inesgotável de recursos para comunicação, entretenimento, informação e consumo. Atualmente existem buscadores como Google, Bing e Yahoo que se esforçam em disponibilizar ao usuário conteúdos cada vez mais relevantes com as pesquisas realizadas. Dessa forma as pessoas encontram com poucos cliques tudo o que pesquisam. Mas nem sempre foi assim.

Logo que o número de sites na internet começou a crescer, surgiu um problema para o usuário: “como encontrar os sites ou assuntos que procuro?”. Nesta mesma época começaram a aparecer as primeiras soluções no sentido de indexar e organizar os sites e conteúdos existentes na web. O primeiro modelo de indexação era semelhante às ferramentas off-line, tal como listas-amarelas, onde equipes de pessoas cadastravam os sites sugeridos nos chamados Diretórios. Em seguida foram criados os primeiros “Robôs”, programas que varriam os sites encontrados e os classificavam de acordo com palavras e descrições sugeridas pelos donos dos sites.

Estes dois tipos de buscadores (Diretórios e Metacrawlers) atendiam razoavelmente bem aos usuários pouco exigentes da época. Embora facilitassem a pesquisa por conteúdos diversos, estes dois sistemas eram restritos e, de certa forma, tendenciosos. Os Metacrawlers porque dependiam das informações sugeridas pelo próprio dono do site, que muitas vezes utilizavam artifícios não muito éticos para atrair visitantes. E os diretórios, porque organizavam os resultados segundo critérios subjetivos.

Em 1998 as buscas na internet sofreram uma grande revolução com a chegada do Google. O sistema criado pór Larry Page e Sergey Brin trazia um novo conceito para indexar os sites da web. Nada de pessoas ou sugestões de donos, o novo buscador utilizava um “robô” para analisar o conteúdo dos sites e seguir os hiperlinks existentes.

Com a análise das principais palavras e termos presentes no conteúdo o Google podia “entender” o assunto do site e ainda comparar com outros sites que falavam sobre o mesmo assunto. Usando esse método o Google passou a definir matematicamente qual site trata determinado assunto com mais conhecimento. Seguindo os hiperlinks internos e externos dos sites, o Google pode determinar quais sites recebiam mais apontamentos (links), ou seja, quais sites eram mais populares. Este conceito é a base do Page-Rank, o algoritmo criado por Larry Page que calcula a popularidade de cada site na web.

A partir destas duas metodologias (análise do conteúdo e de popularidade) o Google revolucionou as buscas, pois passava a oferecer resultados muito mais alinhados com o que era pesquisado pelos usuários. Mais do que isso, a exibição destes resultados passou a ser totalmente neutra e democrática, afinal a classificação é feita por fórmulas matemáticas imparciais.
Com o passar dos anos o Google se tonou o líder absoluto como buscador e responde hoje por cerca de 90% de todas as buscas realizadas na web (96% no Brasil). A cada minuto são realizadas quase 700.000 buscas utilizando o Google. As buscas são a principal porta de entrada para os sites, mais de 70% das visitas vem de resultados de buscadores. O fenômeno do Google é tão sério, que se criou a percepção de que os primeiros resultados representam as melhores empresas relacionadas àquele asunto.

Em função da importância crucial destes fatos foi criado o conceito de Marketing em Buscadores (Search Engine Marketing – SEM), que tem por objetivo trabalhar o posicionamento dos sites nos resultados de busca do Google. O SEM é uma das ações incorporadas ao mix de Marketing Digital e atua basicamente em duas frentes: nos resultados da busca orgânica, fazendo a Otimização para Buscadores (Search Engine Marketing – SEO), e nos Links Patrocinados do Google, o sistema AdWords.

Nos próximos artigos vamos abordar com mais profundidade cada uma destas frentes e como estas ações de Marketing Digital integradas podem potencializar a exposição do site de empresas de qualquer porte, trazendo novos clientes e incrementando os negócios.

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jun 01

- 60 milhões de usuários (mais de 16 anos)
- 2,5 milhões de domínios
- 30 milhões de visitantes únicos por mês assistindo videos
- 31 milhões de pessoas no Orkut e 15 milhões no Facebook
- 25 milhões de compradores on-line
- 4 bilhões de buscas mensais

Estes números acima demonstram o enorme potencial que a internet representa com plataforma de entretenimento, relacionamento, comunicação  e negócios. Em pouco mais de uma década e meia a internet se desenvolveu de tal maneira que influenciou e transformou todas as áreas de sociedade. A percepção que predomina atualmente é de que: se uma pessoa ou empresa não existe na web, ela também não existem no mundo físico. Por tudo isso, não resta dúvida de que é imprescindível ESTAR no universo digital.

“OK, então vamos lá publicar um sitezinho da empresa e tudo resolvido”

Infelizmente, nos dias de hoje, isso já não é assim tão simples. Nos idos de 1999 até que funcionava ter uma homepage que mais se parecia com um folder escaneado, ou então um site simples com a estrutura básica Quem Somos / O Que Fazemos / Fale Conosco.

Mas as pessoas se acostumam muito rapidamente às mudanças, sobretudo às que trazem benefícios e facilidades para o cotidiano. E foi isso o que a internet proporcionou: praticidade, flexibilidade, rapidez. Os usuários de internet se habituaram a conseguir informações relevantes com um clique de mouse. Se o site de uma empresa não oferece informações fáceis e acessíveis de contato ou de produtos e serviços, com um clique a pessoa já se mudou para o site da concorrência.

ESTAR na internet atualmente significa muito mais do que ter o tal sitezinho simples.

Antes de mais nada é preciso elaborar um planejamento contemplando tudo o que a empresa pode oferecer aos seus consumidores como informações institucionais, dados de produtos, serviços e contatos. Em seguida é preciso estimar como e em quais situações o cliente poderá consumir estas informações, pois somente assim a empresa poderá entregar um conteúdo que seja relevante ao consumidor no formato e na hora em que ele deseja consumir.

O website é apenas um dos recursos on-line disponíveis. A intensa e rápida evolução da internet proporcionou o desenvolvimento de muitas ferramentas que podem ser utilizadas como ações de marketing para atingir o cliente em potencial das empresas: é o Marketing Digital. Um Planejamento Estratégico bem elaborado deve contar com um mix de ações que posam impactar o cliente de diferentes maneiras, em diferentes momentos.

Finalmente, após a elaboração do Planejamento e implantação das ações é preciso mensurar os resultados a fim de obter o grau de atingimento dos objetivos e metas pré-definidos. Todas as aplicações  on-line possuem ferramentas de medição de estatísticas que fornecem dados fundamentais para entender os hábitos e necessidades do usuário.

Falamos aqui sobre o cenário da internet no Brasil e da importância de se elaborar um Planejamento Estratégico de Marketing Digital. Nos próximos artigos vamos iniciar uma série de explicações mais detalhadas e práticas sobre as ações de marketing na web e como elas podem ser úteis à pequenas e médias empresas.

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